Quando ouvimos falar na Volvo, lembra-mo-nos dos camiões, máquinas pesadas, carros com muitos elementos de segurança, mas acima de tudo, de carros "quadradões".
No final de 2010 a marca sueca (agora propriedade da chinesa Geely) apresentou o substituto de um dos modelos mais emblemáticos da sua gama, o S60.
Se disserem que os Volvo são carros de linhas quadradas, esta nova coqueluche vem provar o contrário.
As linhas continuam a ser marcadamente Volvo, ou seja, nada comuns com o que circula por aí. Mas a arestas foram limadas e a nova linguagem linguística da marca sueca apresenta linhas fluídas e de aspecto rebelde, que nos transmite a ideia de esta geração ser mais pequena que a anterior.
Mas é só uma ideia. Se a anterior geração tinha um comprimento na ordem dos 4,60 m, a actual esticou apenas 3 cm, para os 4, 63m. Em relação à largura, tudo na mesma, ou seja, 1, 86 m da actual geração, face a 1,82 m da anterior e na altura também pouco há a acrescentar, 1, 48 m da actual face a 1, 43 m da anterior.
Mas uma coisa é certa. Basta olharmos para este novo bebé sueco e vemos um carro completamente diferente do que a Volvo nos habituou. Se à primeira vista achamos a frente estranha, devido ao tamanho da grelha e aos pequenos faróis que a ladeiam, a traseira também não tem nada a ver com o que era.
Termina de uma forma abrupta e descendente, ostentando agora uns farolins de formato curvo. É essa forma descendente que nos dá a sensação de coupé se o olharmos de 3/4.
Após alguns segundos a olhar para o S60, começamos a apreciar as novas linhas e de facto estamos perante um Volvo.
Ao acedermos ao interior, o tablier maciço e com a consola central larga e direccionada para o condutor desapareceu.
Agora temos um de linhas mais fluídas, mas ao mesmo tempo de aspecto sólido e com um pequeno ecrã ao ao meio. A consola central segue a tendência dos outros Volvo, ao ter um pequeno espaço por trás, e continua voltada para o condutor.
À uns anos a Volvo apregoava que os seus bancos seriam os melhores e mais confortáveis do mundo. Uma coisa é certa, nunca estive sentado num banco tão confortável e envolvente como os da Volvo.
A colocação do volante e a posição do banco não tem nada a ver com o "antigamente". Agora temos uma postura mais desportiva e sente-se o banco do condutor mais baixo do que estamos habituados.
Contudo, temos uma posição de condução muito confortável e com boa visibilidade para todos os cantos, à excepção da traseira, muito por culpa do pequeno vidro traseiro.
Para pôr à prova a habitabilidade acedemos aos lugares traseiros e sentimos o mesmo conforto que sentimos nos lugares da frente. Não dá para esticarmos as pernas, mas vamos confortáveis. Se por acaso tivermos o azar de nos sentarmos no lugar do meio, o conforto desaparece e caso se tenha um pouco de altura, batemos com a cabeça no tejadilho, muito por culpa da linha descendente do tejadilho.
Em resumo, no que toca à habitabilidade, este novo S60 não se destaca em nada, a não ser na ergonomia e no conforto. Não deve ter muitos opositores nesses campos, pois se observarmos a concorrência, poucos fazem melhor.
Quando chega a hora de colocarmos as mala na bagageira, temos de fazer uma seriação prévia do que realmente necessitamos, pois a capacidade fica-se pelos 380 litros.
Contudo, se for necessário transportar um objecto mais comprido, o banco traseiro é bipartido na proporção de 60/40 e o encosto do banco do pendura é rebatível.
Se a posição de condução aumenta-nos a adrenalina, na hora de dar uma volta com o S60, sentimos uma dinâmica nada usual na Volvo. Muito fácil de conduzir e muito intuitivo, percebemos porque é que a Volvo o apelida como o rebelde da gama.
Se na primeira geração o lado familiar e práctico esteve entregue à V70, após o lançamento da segunda geração desta a derivar directamente do topo de gama S80, o S60 ficou sem carrinha. Algo que agora fica colmatado com o lançamento da V60 pouco tempo depois do S60.
Esteticamente a única diferença é na traseira, onde os farolins descem do tejadilho até à linha de cintura e a faixa que fica entre o óculo e a zona da matrícula ser de cor preta, a recordar o saudoso 480 Turbo.
No interior o espaço é igual, notando-se uma melhoria no lugar central com mais espaço para a cabeça, devido ao facto de o tejadilho ser menos descendente.
Mas uma coisa é certa. A beleza das carrinhas Volvo continua a ser garantida pela V60.
A oferta de motores é diversificada, tanto em termos de motorizações a gasolina, como a diesel e estão todos equipados com turbo.
Para os que preferem a gasolina, o bloco de acesso é o 1,6 litros (1 595 cc) de quatro cilindros e 180 cv às 5 700 rpm com um binário de 240 Nm às 1 600 rpm. Nada mau. A seguir somos presenteados com o bloco de 2,0 litros (1 999 cc), também de quatro cilindros, a oferecer-nos 203 cv às 6 000 rpm com um binário de 300 Nm às 1 750 rpm. No topo temos um bloco de 3,0 litros (2 953 cc) com seis cilindros em linha e 304 cv às 5 600 rpm com um binário de 440 Nm às 2 100 rpm, o T6.
No campo a Diesel, o acesso é feito através do novo bloco de 2,0 litros (1 984 cc) de cinco cilindros a oferecer 163 cv às 2 900 rpm e 400 Nm às 1 400 rpm. Este bloco deriva do 2,4 litros D5. Foi a alternativa da Volvo para substituir o bloco de 2,0 litros de origem PSA. No patamar seguinte encontramos o já muito aclamado D5 com o bloco de 2,4 litros(2 400 cc) com 205 cv e um binário de 420 Nm às 1 500 rpm.
Todas as transmissões são de seis relações com tracção à frente e manuais, à excepção do bloco de 3,0 litros que vem equipado com tracção integral e vem com uma caixa automática de seis relações.
Em relação ao equipamento, a Volvo divide a oferta em três níveis: Kinetic, Momentum e Summum. A Summum é a versão mais equipada, mas os elementos de segurança que sempre foram apanágio da marca sueca existem desde a versão base, a Kinetic.
Os preços do Volvo S60 começam nos 36 422€ para a versão 1.6 GTDi Kinetic e terminam nos 66 812€ para o T6 na versão Summum.
A V60 inicia a sua oferta nos 37 376€ com o bloco 1.6 GTDi na versão Kinetic e terminam nos 67 181€ na versão Summum T6.
Como alternativa aos já demasiado vistos e conhecidos BMW 3, Audi A4 e Mercedes Classe C, a dupla S60/V60 tem todos os pergaminhos para lhe fazer frente. O senão é o espaço oferecido pela bagageira, que só não é a mais pequena do segmento por causa da Honda Accord.
Mas como este segmento é muito concorrido, não vai ser fácil para a dupla sueca se impor.
Concorrentes
Alfa Romeo 159: a partir de 32 986€;
Senhor de um design apaixonante e tipicamente italiano, o Alfa 159 padece do mesmo mal que os concorrentes alemães. A oferta de espaço interior é limitada. Contudo a oferta de equipamento de série é boa e os motores excepcionais.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 405 litros
Station Wagon: 445 litros
Audi A4: 34 800€;
Ao acedermos ao interior do Audi A4, somos recebidos com imensa qualidade. O espaço interior é limitado assim como o equipamento de série oferecido. Vasta gama de motores. Esteticamente evoluiu pouco face à anterior geração.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 480 litros
Station Wagon: 490 litros
BMW Série 3: a partir de 34 669€;
Actualizado esteticamente à pouco tempo, o design ficou mais agradável. Ao nível de motores e de comportamento dinâmico é difícil fazer melhor. Muita qualidade de materiais interiores. Espaço e oferta de equipamento no mínimo.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 460 litros
Station Wagon: 460 litros
Citroën C5: a partir de 31 228€;
Esteticamente é senhor de umas linhas tipicamente Citroën. À muito que a marca francesa não fazia algo assim. O espaço interior podia ser melhor. A qualidade dos materiais é muito boa, assim como a oferta de equipamento. O bloco 1,6 HDI não consegue fazer milagres com o peso do C5.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 439 litros
Station Wagon: 505 litros
Ford Mondeo: a partir de 31 810€;
Aposta numa boa relação relação conforto/comportamento. Design distinto, apurada qualidade geral e oferta de muito espaço para bagagens. O motor 1.8 TDCi é amorfo nos baixos regimes. Partilha a plataforma com o Mazda 6. Oferece carroçaria de 5 e 4 portas.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 528/535 litros
Station Wagon: 542 litros
Honda Accord: a partir de 37 000€;
Esta nova geração está mais apelativa ao nível estetico. Excelente qualidade geral e muito confortável e bem comportado. Bom nível de equipamento face ao preço. Bloco a diesel já está ultrapassado face à concorrência.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 467 litros
Station Wagon: 406 litros
Hyundai Sonata: a partir de 32 280€:
Muito espaçoso, muito bom equipamento e bons preços. Esteticamente anémico e défice de imagem de marca da Hyundai neste segmento penalizam esta proposta racional. Não tem versão Station Wagon.
Capacidade da bagageira: 523 litros
Lexus IS: a partir de 37 396€;
Possuidor de uma estetica apaixonante e de uma superior qualidade interior, o Lexus IS só não tem mais mercado, talvez por possuir poucos espaços de venda comparando com a concorrência. Excelentes motorizações a diesel. O espaço interior não abunda. Não tem versão Station Wagon
Capacidade da bagageira: 378 litros
Mazda 6: a partir de 27 521€;
Esteticamente muito agradável e com bons materiais interiores. Muito espaço e muito equipamento de série. Partilha a plataforma com o Ford Mondeo, que tal como este, oferece carroçarias de 5 e 4 portas.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 510/519 litros
Station Wagon: 519 litros
Mercedes-Benz Classe C: a partir de 37 807€;
Esteticamente está mais agradável. Muito boa qualidade de materiais. Apesar da dinâmica apurada, o conforto não saiu penalizado. No reverso da medalha, temos o espaço interior limitado assim como a dotação de equipamento. Preços elevados.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 475 litros
Station Wagon: 485 litros
Opel Insígnia: a partir de 26 750€;
É o melhor Opel dos tempos mais recentes. Dinâmica apurada e motores competentes. Muito espaço interior, muito equipamento e excelente qualidade interior. Consola central muito confusa.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 500 litros
Station Wagon: 540 litros
Peugeot 407: a partir de 31 234€;
Esteticamente está ultrapassado, e já todos conhecemos o sucessor. Bom comportamento e bons motores. Muita dotação de equipamento. Espaço e capacidade da bagageira limitados.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 407 litros
Station Wagon: 448 litros
Renault Laguna: a partir de 30 500€;
Esteticamente discutível, o Laguna oferece muito conforto, espaço e equipamento. Dinamicamente está mais apurado. O motor 1.5 dCi dá uma ajuda no preço, mas revela-se limitado nas prestações e nos consumos.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 462 litros
Station Wagon: 508 litros
SAAB 9-3: a partir de 33 900€;
Bom comportamento e qualidade de construção fazem deste modelo uma séria alternativa aos alemães. O interior já apresenta um desenho ultrapassado. Bons motores.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 425 litros
Station Wagon: 425 litros
Seat Exeo: a partir de 26 130€;
Um Audi A4 em versão espanhola. Qualidade de construção em alta e motores refinados. Espaço interior diminuto e preços altos para o que é normal na Seat.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 460 litros
Station Wagon: 442 litros
Skoda Superb: a partir de 28 314€;
Maior e mais espaçoso não existe neste segmento. Muito equipamento de série e muita qualidade de materiais. No sedan, a abertura da mala é bipartida. Esteticamente a station wagon fica a ganhar. Visibilidade traseira não é das melhores.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 565 litros
Station Wagon: 633 litros
Subaru Legacy: a partir de 37 954€;
Um ilustre desconhecido no mercado, o que é pena, face à validade do produto. Espaçoso mas portador de uma estética conservadora, tanto exterior como interior. Muita qualidade geral. Todas as versões com tracção integral.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 486 litros
Station Wagon: 526 litros
Toyota Avensis: a partir de 28 168€;
Globalmente competente, o Avensis é muito confortável e todas as versões possuem bom nível de equipamento, em especial as topo de gama. O design interior poderia ser melhor. Muito espaçoso.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 509 litros
Station Wagon: 543 litros
Volkswagen Passat: a partir de 28 124€;
Uma das referências do segmento. Muito espaço, muita qualidade de materiais, bom equipamento de série e bons motores. Versão CC muito apelativa ao nível estético. Nova geração já está a chegar.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 485 litros
Station Wagon: 513 litros
Alfa Romeo 159: a partir de 32 986€;
Senhor de um design apaixonante e tipicamente italiano, o Alfa 159 padece do mesmo mal que os concorrentes alemães. A oferta de espaço interior é limitada. Contudo a oferta de equipamento de série é boa e os motores excepcionais.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 405 litros
Station Wagon: 445 litros
Audi A4: 34 800€;
Ao acedermos ao interior do Audi A4, somos recebidos com imensa qualidade. O espaço interior é limitado assim como o equipamento de série oferecido. Vasta gama de motores. Esteticamente evoluiu pouco face à anterior geração.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 480 litros
Station Wagon: 490 litros
BMW Série 3: a partir de 34 669€;
Actualizado esteticamente à pouco tempo, o design ficou mais agradável. Ao nível de motores e de comportamento dinâmico é difícil fazer melhor. Muita qualidade de materiais interiores. Espaço e oferta de equipamento no mínimo.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 460 litros
Station Wagon: 460 litros
Citroën C5: a partir de 31 228€;
Esteticamente é senhor de umas linhas tipicamente Citroën. À muito que a marca francesa não fazia algo assim. O espaço interior podia ser melhor. A qualidade dos materiais é muito boa, assim como a oferta de equipamento. O bloco 1,6 HDI não consegue fazer milagres com o peso do C5.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 439 litros
Station Wagon: 505 litros
Ford Mondeo: a partir de 31 810€;
Aposta numa boa relação relação conforto/comportamento. Design distinto, apurada qualidade geral e oferta de muito espaço para bagagens. O motor 1.8 TDCi é amorfo nos baixos regimes. Partilha a plataforma com o Mazda 6. Oferece carroçaria de 5 e 4 portas.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 528/535 litros
Station Wagon: 542 litros
Honda Accord: a partir de 37 000€;
Esta nova geração está mais apelativa ao nível estetico. Excelente qualidade geral e muito confortável e bem comportado. Bom nível de equipamento face ao preço. Bloco a diesel já está ultrapassado face à concorrência.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 467 litros
Station Wagon: 406 litros
Hyundai Sonata: a partir de 32 280€:
Muito espaçoso, muito bom equipamento e bons preços. Esteticamente anémico e défice de imagem de marca da Hyundai neste segmento penalizam esta proposta racional. Não tem versão Station Wagon.
Capacidade da bagageira: 523 litros
Lexus IS: a partir de 37 396€;
Possuidor de uma estetica apaixonante e de uma superior qualidade interior, o Lexus IS só não tem mais mercado, talvez por possuir poucos espaços de venda comparando com a concorrência. Excelentes motorizações a diesel. O espaço interior não abunda. Não tem versão Station Wagon
Capacidade da bagageira: 378 litros
Mazda 6: a partir de 27 521€;
Esteticamente muito agradável e com bons materiais interiores. Muito espaço e muito equipamento de série. Partilha a plataforma com o Ford Mondeo, que tal como este, oferece carroçarias de 5 e 4 portas.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 510/519 litros
Station Wagon: 519 litros
Mercedes-Benz Classe C: a partir de 37 807€;
Esteticamente está mais agradável. Muito boa qualidade de materiais. Apesar da dinâmica apurada, o conforto não saiu penalizado. No reverso da medalha, temos o espaço interior limitado assim como a dotação de equipamento. Preços elevados.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 475 litros
Station Wagon: 485 litros
Opel Insígnia: a partir de 26 750€;
É o melhor Opel dos tempos mais recentes. Dinâmica apurada e motores competentes. Muito espaço interior, muito equipamento e excelente qualidade interior. Consola central muito confusa.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 500 litros
Station Wagon: 540 litros
Peugeot 407: a partir de 31 234€;
Esteticamente está ultrapassado, e já todos conhecemos o sucessor. Bom comportamento e bons motores. Muita dotação de equipamento. Espaço e capacidade da bagageira limitados.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 407 litros
Station Wagon: 448 litros
Renault Laguna: a partir de 30 500€;
Esteticamente discutível, o Laguna oferece muito conforto, espaço e equipamento. Dinamicamente está mais apurado. O motor 1.5 dCi dá uma ajuda no preço, mas revela-se limitado nas prestações e nos consumos.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 462 litros
Station Wagon: 508 litros
SAAB 9-3: a partir de 33 900€;
Bom comportamento e qualidade de construção fazem deste modelo uma séria alternativa aos alemães. O interior já apresenta um desenho ultrapassado. Bons motores.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 425 litros
Station Wagon: 425 litros
Seat Exeo: a partir de 26 130€;
Um Audi A4 em versão espanhola. Qualidade de construção em alta e motores refinados. Espaço interior diminuto e preços altos para o que é normal na Seat.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 460 litros
Station Wagon: 442 litros
Skoda Superb: a partir de 28 314€;
Maior e mais espaçoso não existe neste segmento. Muito equipamento de série e muita qualidade de materiais. No sedan, a abertura da mala é bipartida. Esteticamente a station wagon fica a ganhar. Visibilidade traseira não é das melhores.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 565 litros
Station Wagon: 633 litros
Subaru Legacy: a partir de 37 954€;
Um ilustre desconhecido no mercado, o que é pena, face à validade do produto. Espaçoso mas portador de uma estética conservadora, tanto exterior como interior. Muita qualidade geral. Todas as versões com tracção integral.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 486 litros
Station Wagon: 526 litros
Toyota Avensis: a partir de 28 168€;
Globalmente competente, o Avensis é muito confortável e todas as versões possuem bom nível de equipamento, em especial as topo de gama. O design interior poderia ser melhor. Muito espaçoso.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 509 litros
Station Wagon: 543 litros
Volkswagen Passat: a partir de 28 124€;
Uma das referências do segmento. Muito espaço, muita qualidade de materiais, bom equipamento de série e bons motores. Versão CC muito apelativa ao nível estético. Nova geração já está a chegar.
Capacidade da bagageira:
Sedan: 485 litros
Station Wagon: 513 litros
Concorrência não falta à dupla sueca. Agora é tudo uma questão de gostos.






























































0 comentários:
Enviar um comentário