Lançado em 2007 para concorrer no feroz segmento C, o Auris veio substituir o Corolla, mas nunca conquistou o sucesso deste, em parte devido a um design muito amorfo. Mesmo assim conseguiu algum destaque.
O Auris é, no fundo, um Yaris insuflado, não trazendo nada de novo ao segmento, onde Volkswagen, Opel, Renault, Ford e Fiat jogam competitivamente.
Mas não se pense que o Auris é um mau produto. Antes pelo contrário.
Em termos mecânicos, é o que a Toyota já nos habituou, sem dar muitos problemas. Ao nível da qualidade dos materiais empregues no interior, aí sim, foi a desilusão face ao anterior Corolla. Mas o Auris veio trazer um design muito futurista com uma consola central em forma de arco.
No espaço interior oferecido está pela média do segmento, oferecendo mesmo mais espaço que muitos concorrentes conceituados no banco traseiro, enquanto que na bagageira presenteia-nos com uns banais 354 litros.
Após quatro anos de bom serviço chegou a altura de o apetrechar com mais argumentos afim de se manter à tona da água. Com este restyling, vem também uma versão híbrida, onde a Toyota está a anos luz de muitos concorrentes, dado a sua experiência com o Príus.
O local onde mais mudanças incidiram foi na dianteira, mudando tudo, entradas de ar, pára-choques, faróis que agora incorporam luzes diurnas de led's, grelha, etc.
Na traseira as mudanças notam-se no pára-choques, na faixa cromada no puxador da tampa e nos faróis que adoptam duas cores. E mais nada.
No interior apenas se nota a introdução de um volante igual ao do novo Avensis, ficando por saber se os materiais são de melhor qualidade que na actual geração.
A maior novidade mesmo é a versão HSD (Hybrid Synergy Drive), que por enquanto ainda não está disponível em Portugal. Esta versão utiliza um sistema idêntico ao do Príus, onde, entre outras vantagens, se pode conduzir só no modo eléctrico até uma velocidade de 50 Km/h.
No campo das motorizações, temos três blocos a gasolina e três a diesel.
No campo da gasolina, nada de novo aqui. Todas a motorizações são sobejamente conhecidas. A oferta começa no já conhecido e reputado bloco de 1,33 litros com 99 cv às 6000 rpm e um binário de 128 Nm às 3800 rpm, e vem acoplado à já conhecida caixa manual de seis relações. Segue-se o bloco de 1,6 litros com 132 cv às 6400 rpm com um binário de 160 Nm às 4400 rpm, também com caixa manual de seis relações, mas existe noutros mercados a opção de caixa automática Multimode. A terceira oferta é o bloco de 1,8 litros com 147 cv e um binário de 180 Nm às 4000 rpm, que não será comercializado em Portugal.
No campo dos diesel, a oferta inicia no já conhecido bloco de 1,4 litros com 90 cv às 3800 rpm e a oferecer um binário de 205 Nm disponíveis entre as 1800 - 2800 rpm. Este bloco está disponível com dois tipos de transmissão, a tradicional manual e a automática Multimode, ambas com seis relações.
Num patamar mais elevado, aparece o bloco 2,0 litros com 126 cv às 3600 rpm e com um binário de 310 Nm disponíveis entre as 1800 - 2400 rpm.
O outro bloco que equipa o Auris, mas que não está disponível em Portugal é o já conhecido 2,2 litros de 177 cv e um binário de 400 Nm disponíveis entre as 2000 - 2800 rpm.
A novidade deste restyling reside nas oferta de uma versão híbrida HSD (Hybrid Synergy Drive).
O sistema é o conhecido do Príus, e no Auris virá equipado com um bloco de 1,8 litros a desenvolver 97 cv às 5200 rpm e com um binário de 142 Nm às 4000 rpm.
Combinado com o motor eléctrico o Auris desenvolve 134 cv, equiparando o nível de performance ao bloco 2,0 litros a Diesel.
A mais valia da gama será sem dúvida a versão híbrida, dado que a concorrência ainda não apresenta muitas propostas nessa área, excluindo a Honda.
Mesmo assim este segmento é dos mais importantes da Europa e a guerra será como sempre feroz.
Disponível em versões de 3 e 5 portas, a gama desdobra-se em três níveis de equipamento: Active, Comfort e Exclusive. O preços iniciam-se nos 16 380€, para a versão Active e carroçaria de 3 portas com o bloco de 1,33 litros vvt-i e termina nos 30 700€, para a versão Exclusive e carroçaria de 5 portas com o bloco de 2,0 litros a diesel
Num patamar mais elevado, aparece o bloco 2,0 litros com 126 cv às 3600 rpm e com um binário de 310 Nm disponíveis entre as 1800 - 2400 rpm.
O outro bloco que equipa o Auris, mas que não está disponível em Portugal é o já conhecido 2,2 litros de 177 cv e um binário de 400 Nm disponíveis entre as 2000 - 2800 rpm.
A novidade deste restyling reside nas oferta de uma versão híbrida HSD (Hybrid Synergy Drive).
O sistema é o conhecido do Príus, e no Auris virá equipado com um bloco de 1,8 litros a desenvolver 97 cv às 5200 rpm e com um binário de 142 Nm às 4000 rpm.
Combinado com o motor eléctrico o Auris desenvolve 134 cv, equiparando o nível de performance ao bloco 2,0 litros a Diesel.
A mais valia da gama será sem dúvida a versão híbrida, dado que a concorrência ainda não apresenta muitas propostas nessa área, excluindo a Honda.
Mesmo assim este segmento é dos mais importantes da Europa e a guerra será como sempre feroz.
Disponível em versões de 3 e 5 portas, a gama desdobra-se em três níveis de equipamento: Active, Comfort e Exclusive. O preços iniciam-se nos 16 380€, para a versão Active e carroçaria de 3 portas com o bloco de 1,33 litros vvt-i e termina nos 30 700€, para a versão Exclusive e carroçaria de 5 portas com o bloco de 2,0 litros a diesel
Concorrentes:
Alfa Romeo Giulietta: à venda em Março de 2010;
Audi A3: a partir de 25 200€;
BMW Série 1: a partir de 27 650€;
Chevrolet Cruze: a partir de 17 490€;
Chrysler PT Cruiser: a partir de 24 050€;
Citroën C4: a partir de 18 504€;
Dodge Caliber: a partir de 22 250€;
Fiat Bravo: a partir de 17 223€;
Ford Focus: a partir de 18 480€
(modelo em fim de vida);
Ford Focus II: a ser lançado no final de 2010;
Honda Insight (Híbrido): a partir de 20 590€;
Honda Civic: a partir de 20 600€
(também com versões híbridas);
Hyundai i30: a partir de 16 200€;
Kia Cee'd: a partir de 19 140€;
Lancia Delta: a partir de 23 300€;
Mazda 3: a partir de 19 528€;
Mercedes-Benz Classe B: a partir de 27 533€;
Mitsubishi Lancer: a partir de 18 965€;
Nissan Tiida: a partir de 18 450€;
Opel Astra: a partir de 20 500€;
Peugeot 308: a partir de 19 560€;
Renault Mégane: a partir de 22 000€;
Seat Leon: a partir de 19 440€;
Skoda Octavia: a partir de 20 327€;
Subaru Impreza: a partir de 24 700€;
Volkswagen Golf: a partir de 21 171€;
Volvo S40: a parir de 28 241€;
Como já foi referido, a concorrência é feroz, mas a oferta híbrida ainda é muito limitada. Apesar de não ser a solução para reduzir as emissões de CO2, é neste momento o melhor que temos.


































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